conto #1 – Descobertas

Sempre fui uma mulher bastante contida. Não por preconceito ou medo, mas porque ainda não havia acontecido nada de espetacular que me libertasse. Cresci assim, namorei, casei. E nestes quatro anos de casamento, pouca coisa aconteceu pra me tirar do eixo. Já fazia algum tempo que meu marido tentava, e depois de alguns anos cedi ao sexo anal. Foi uma descoberta – deliciosa, confesso.

Depois disso, passei a ceder um pouco mais às sugestões dele. Com muito cuidado, no meu ritmo, J. foi ensinando pequenas travessuras para mim, até o dia em que ele finalmente conseguiu escancarar a minha libido, para nunca mais voltar a ser a mesma.

Estávamos em casa, com um casal de amigos. Eram íntimos nossos, muito queridos, sempre freqüentavam a nossa casa. O casal, ela M. e ele R., estava sempre às voltas com assuntos picantes, gostavam de contar (separadamente) suas transas, e eu atentamente ouvia e me excitava em silêncio.

Bebíamos vinho e conversávamos. Como sempre, o papo agradável durou horas e, por conta da intimidade e do conforto da nossa casa, bebemos o suficiente para ficarmos mais à vontade. Tão à vontade que ficamos que acabei me deparando com uma cena inesperada: M. e R. num cantinho da cozinha, ele com a mão por debaixo da saia dela. Ela, com o membro já rígido dele firmemente segurado por sua mão direita. Foram “buscar mais vinho”.

Não voltavam nunca e J. instigou para que eu fosse ver se estava tudo bem. Pura armação. Ao entrar na cozinha e ver a cena, fui surpreendida pelas mãos fortes no meu ventre e pelo hálito quente do meu marido em minha nuca. Seu pau já estava grande e quente, pulsando debaixo da calça social. Ele me apertou contra seu corpo, encaixando o pau no vão da minha bunda… e roçou.

Desconcertada, excitada, confusa, virei para ele constrangida, perguntando o que acontecia ali. Ele me olhou nos olhos e apenas com um “fica calma” beijou a minha boca como se estivesse com pressa. E estava. Rapidamente, suas mãos passearam pela lateral do meu tronco, contornando minha cintura e subindo pela lateral dos seios. Em um instante, os botões da minha camisa estavam magicamente desabotoados.

Eu delirava. J. nunca foi tão preciso e rápido. Os gemidos de M. ao fundo confundiam os meus sentidos – já não sabia mais em quê prestar atenção. J., sabendo bem o que estava fazendo, me girou para que eu pudesse ver tudo enquanto ele me acariciava. R. já estava com a cabeça debaixo da saia de M., lambendo-a e esfregando a cara, empurrando-a para cima do balcão, ela apoiando os pés na mesa e no ombro dele, um sapato no chão, o outro não.

Paralisada de tesão, eu deixava que J. conduzisse tudo. Logo ele estava com meus seios em suas mãos, chupando com tanta vontade que eu poderia deixa-lo ali por alguns anos. Ele lambia o bico do meu seio, mordiscava e assoprava. Roçava o rosto todo, deixava tudo lambuzado, esfregava a barba por fazer. Apertava um com uma mão, e no outro ele mamava como uma criança.

De olhos fechados, sentia meu corpo pulsar. Minha calcinha já molhada implorava para ser arrancada. Eu tremia… nada podia ser melhor do que aquilo. Mentira. De olhos fechados, senti meu outro seio sendo lambido. Uma língua. Não, duas. Três? Abro os olhos e vejo que todos se concentraram ali. J. em um e o casal em outro, beijando-se enquanto me lambiam. Cogitei fugir, mas o tesão… não consegui. Entreguei-me, e fui escorando na parede mais próxima.

Mãos corriam sobre o meu corpo, tirando a minha roupa. Outras mãos tiravam as roupas das outras pessoas, e eu delirava. Sentia-me em uma alucinação, não conseguia raciocinar. Todos nus, esfregando-se, beijando-se. J. me beijou e R. complementou o beijo. J. saiu e M. ocupou seu lugar. Logo, eu estava nas mãos do casal e J. apenas observava enquanto acariciava seu membro.

R. se colocou atrás de mim, puxou uma perna minha para cima, ajeitou-se e encaixou a cabeça do seu pau na minha vagina. Ele colocava apenas um pouco e tirava, escorregando, umedecendo tudo, trocando o calor. Pulsávamos. Era tudo muito lento, pra que J. nos lambesse enquanto ele me penetrava só um pouco. Com a língua e com as mãos, M. mexia conosco e nela mesma.

Eu já estava com muito tesão, a vontade de ser penetrada por inteiro era muito grande. O prazer explodia dentro de mim em pequenos choques e espasmos, mas eles continuavam o castigo. Apenas uma mexidinha, apenas uma parte do pau dele me invadia, e ele sussurrava “só a cabecinha, vou maltratar você por enquanto”, e eu gemia…

M. alternava as lambidas do meu grelinho com mordiscadas nos meus seios. Eu pensava em implorar, mas a sensação era ótima. O pau de R. já estava lambuzado com a minha baba, com a saliva de M., com o tesão dele mesmo. J. apreciava tudo com um olhar ardente, agora já se masturbando com intensidade, rapidez, afoito pelo gozo.

Tudo estava sincronizado, e eu sentia isso. Os quatro na mesma expectativa da penetração e do gozo. Eu sabia que só dependia de mim. Eu precisava pedir, eu tinha que implorar. Já não tinha forças, estava entregue, mas precisava faze-lo. Sentindo o pau de R. saindo mais um pouco, segurei meu corpo imóvel e sussurrei. “Vem”.

Como se esperasse pelo momento há anos, R. não hesitou em direcionar toda a sua força e, de uma vez, enfiou todo o seu pau dentro de mim, abrindo-me com as duas mãos, vindo por trás e metendo na minha buceta com vontade. J. acelerou o passo e, aproximando-se de M., direcionou seu pau pra jorrar nela. O prazer era intenso e eu não precisei muito mais do que poucos segundos pra começar a sentir aquele borbulhar interno.

O pau de R. bombeava como um coração, por um momento todos os sentidos ficaram alterados e eu senti melhor sua pele, sua textura, seu diâmetro, comprimento, sua cabeça passando pela entrada da minha vagina e invadindo até o final, seu saco balançando e batendo no meu grelo, sua vontade de me comer ali, daquele jeito, de me ver gozar, de me fazer cair desfalecida.

E foi neste momento que, sem esforço, senti o primeiro “ai” saindo da boca. Ele meteu mais forte percebendo o momento e, junto comigo, tremeu, arrepiou, melou-se inteiro como uma criança que brinca com um doce. J. gozava nos peitos de M. que, ao mesmo tempo, acariciava-se e observava seu marido metendo em mim, gozando em mim, aquela porra quente escorrendo de dentro pra fora, melecando as minhas coxas, as bolas dele, o chão da cozinha onde deitamos em seguida, ofegantes, surpresos – felizes.

6 Comentários

  1. Este conto é só conto mesmo, ou um relato floreado? Se for “só” um conto já está ótimo, é um tesão de ler, mas se for um relato, que primeira vez muito boa, eim.

  2. eu não consigo nem escrever agora.

  3. Nossa… tudo isso de delicioso e ainda na cozinha??? Adoro lugares diferentes. Assim como Bob, tô achando que isso é relato, viu?
    Posso ir até sua casa para conhecer o J.?

  4. que putaria mais gostosa…
    e brincar só com a cabecinha lá, delongando, é maldade… deliciosamente mau! :)

  5. Ah Bob, esse conto é “só” da minha imaginação mesmo… nem casada eu sou! MAS, quando chegar lá, acho que vou propor pro maridão uma brincadeirinha dessas!
    Hei Cayena, homens de J…. posso doar o meu pra você, numa boa!

  6. “O pau de R. bombeava como um coração…” gente isso é maravilhoso…
    Q imaginação a sua heim, parabéns.
    beijos


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